Lia é a nova líder e, pelo que ela vem mostrando, vai saber aproveitar bem essa oportunidade, principalmente para aparecer no jogo. Pelo que percebo, Lia é o tipo de jogadora que não deixa passar nada: quer estar envolvida em todos os desentendimentos, conflitos e discussões entre os participantes da casa, mesmo que ela não seja o objeto da briga.
Me parece que o jogo dela é estar ativa na disputa, na maioria das vezes como mediadora, apaziguando seus “amigos” por ser uma pessoa do bem.

Confesso que muitas vezes sinto sinceridade em suas palavras. Em outras, não, mas o jogo tem que seguir, e o que me resta é observar.
Já Elenita muitas vezes é arrogante e chata, mas, ao contrário de Lia, parece não ter a maldade nem a esperteza do jogo. Na minha opinião ela está perdida e não sabe muito bem o que fazer ali. Como ela mesma disse, a mestre e doutora Elenita já foi embora da casa há muito tempo, o que é uma pena, gostaria de vê-la colocar em prática toda a sua inteligência no jogo.
Mas isso não é fácil, principalmente pra quem não costuma ver o BBB. É como se jogasse um jogo pela primeira vez e, para ficar bom naquilo, é preciso prática ou vivência, mesmo que seja só observando.
Dourado é o supremo poderoso, o que não é uma surpresa, já que na net fãs de BBB parecem ter se unido para defender Dourado como o vingador de todas as edições.
Quero deixar claro que no post anterior me posicionei a favor do poder supremo, para a movimentação do jogo e para o nosso divertimento, mas sou contra a maneira como fizeram essa eleição: fora do jogo, induzindo favoritos na internet. Acho que, se tivesse sido feita por meio de sorteio ou prova dentro da casa, seria mais justo.
A festa
A festa de ontem foi um luxo, a melhor até então. O pessoal mais solto, esquecendo mais as câmeras e curtindo cada momento na casa! Como a Lia machucou o joelho, não pôde aproveitar muito, então ficou falando de jogo, voto, e mal da Tessália. Será que Tessália vai ser a escolhida de Lia para o paredão?
Voltando à festa, no intervalo da banda e do DJ, o pessoal do puxadinho continuou com a vibe da diversão. A Angélica sexy baixou, cheia de carência e álcool, dando selinhos em todos e beijo de língua no Serginho.
No BBB a bebida funciona como uma válvula de escape: a necessidade de beber não se compara com a que se tem do lado de fora, na vida real. Na casa, encher a cara significa liberdade, significa que você pode ser você mesmo e não ser julgado, mesmo que seja só naquele momento de loucura sem discernimento, “longe do mundo real”, protegido pela droga legal. Você esquece das câmeras, do jogo, e aproveita cada momento da festa, da música, das pessoas.
É o máximo. E posso dizer que tenho mestrado em festa de BBB…
A atitude de Angélica ao beber também é preocupante, pode ser perigoso para seu jogo e determinante para sua volta de um paredão e suas chances de ganhar o prêmio. Ela não fez nada demais, aliás que atire a primeira pedra quem nunca bebeu umas a mais e se liberou, mas infelizmente a sociedade é hipócrita, e dependendo de como serão passadas e interpretadas as imagens da festa, ela pode ser mal julgada.
É aquela velha historia: já foi a época em que se ganhava Big Brother sendo sincero com suas emoções e seus desejos, os campeões de hoje são tão hipócritas quanto os telespectadores esperam que eles sejam.
Vamos continuar espiando…



































