BLOGs / Chiado – tudo sobre o mundo da televisão

Arquivo de 3 de março de 2010

“Cama de Gato”: Roberto confessa suas maldades para Glória

quarta-feira, março 3rd, 2010
Foto: Globo/Divulgação

Foto: Globo/Divulgação

Aqueles que duvidavam do amor verdadeiro de Roberto por Glória devem se surpreender com o que anda rolando na atual novela das seis.

No capítulo que vai ao ar na próxima sexta-feira (5), após ser preso, Roberto exige uma visita de Glória antes de dar qualquer tipo de depoimento à polícia.

Depois de conseguir a permissão da mãe, a mocinha vai até a cadeia onde ouve declarações de amor do ex-vilão.

Após confessar o quanto gosta da menina, ele também confessa todas as armações que fez ao lado de Verônica.

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Michelle Obama vira desenho em episódio de “Os Simpsons”

quarta-feira, março 3rd, 2010
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Michelle Obama foi mais uma personalidade a virar desenho. A primeira-dama aparecerá em “Os Simpsons”. No episódio, intitulado ”Stealing First Base”, ela irá à Springfield para visitar uma escola local e vai elogiar a inteligência de Lisa Simpson. A exibição nos EUA acontecerá no próximo dia 21, na Fox.

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Mion vira Michael Jackson em sátira do programa “Legendários”

quarta-feira, março 3rd, 2010
Foto: Reprodução/Record

Foto: Reprodução/Record

Depois de muito suspense, finalmente a Record começa a mostrar alguma coisa sobre o misterioso programa “Legendários”, que terá o comando de Marcos Mion e tem estreia prevista para abril.

Uma das surpresas da atração será uma sátira da trupe do ex-MTV do clipe “Bad”, de Michael Jackson.

Para interpretar os outros personagens do vídeo, Gui Pádua, Miá Mello, Jaque Khury, Mionzinho, Marcelo Marrom, Felipe Solari e Elcio Coronato.

Para a produção, os integrantes levaram duas horas para fazer o make up e oito para gravar o clipe na íntegra.

Agora é esperar mais um pouquinho para saber como é que vai ficar…

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Elenco assiste ao último capítulo de “Poder Paralelo”; Paulo era o Guri

quarta-feira, março 3rd, 2010
Marcello Serrado interpretou o vilão Bruno/ Foto: AgNews

Marcello Serrado interpretou o vilão Bruno/ Foto: AgNews

Muitas emoções e revelações foram guardadas para o último capítulo de “Poder Paralelo”, da Record, exibido na última terça-feira (2). O elenco se reuniu para ver o resultado, já que foram gravados dois finais, em um bar no Rio de Janeiro.

Para surpresa dos espectadores, o vilão Guri era Paulo Garzia, interpretado por Nicola Siri e ele agia com a comparsa Neide (Maria Carolina Ribeiro). O assassino costumava matar seus desafetos com um tiro na testa e deixava uma foto de Bruno (Marcello Serrado) quando criança ao lado do corpo.

Foto: AgNews

Foto: AgNews

Paulo Garzia era conselheiro de Tony (Gabriel Braga Nunes), que descobriu a identidade de Guri em uma tentativa de assassinato do bandido contra ele e Fernanda (Paloma Duarte). Tony mata Neide e vai atrás de Paulo. Ao descobrir que o companheiro era seu inimigo, ele ouve a explicação de Paulo:  “Você tinha todas as regalias, era o homem da DEA. Eu não tinha chance. Me tratava como um empregado. Na DEA eu era um burocrata e você um gênio. Eu queria o seu lugar e o do Bruno”.

Foto: AgNews

Foto: AgNews

Outro desfecho que ficou para o final era com quem Tony ficaria e ele terminou com a jornalista Lígia (Miriam Freeland).

Na festa do final da trama, compareceram Marcello Serrado, Miriam Freeland, Miguel Thiré, Christiane Torloni – que acompanhava o marido e diretor Ignácio Coqueiro, com quem trocou muitos beijos no evento -, entre outros.

Você concorda com o final de “Poder Paralelo”? Opine!

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“Caminho das Índias” é exibida na Argentina

quarta-feira, março 3rd, 2010
Foto: Dedoc

Foto: Dedoc

A novela “Caminho das Índias” já começou a ser exibida na Argentina, no canal Telefe, informou a coluna “Zapping”, do jornal “Agora São Paulo”, nesta quarta-feira (3). O folhetim, escrito por Glória Perez e exibido no Brasil pela Globo, já foi vendido para 18 países da América Latina.

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“CQC” e “Legendários” copiam TV americana

quarta-feira, março 3rd, 2010
Foto: Dedoc

Foto: Dedoc

O quadro do “CQC”, prometido como uma das novas atrações do programa da Band,  ”Cidadão em Ação”, com Danilo Gentili, é parecido com “”What Would You Do?” (O que Você Faria?) da Tv american, informou a coluna “Zapping”, do jornal “Agora São Paulo”.

Na atração, que é feita com câmeras escondidas, anônimos são colocados em situações como testes de cidadania para saber como agiriam. O quadro americano está no ar desde 2008, no canal ABC, e já foi exibido no Brasil pelo GNT. No “Legendários”, da Record, também terá um quadro semelhante.

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Gari perde ação judicial contra a Band e Boris Casoy

quarta-feira, março 3rd, 2010
Foto: Contigo!

Foto: Contigo!

A Justiça deu vitória à Band e a Boris Casoy na ação aberta pelo gari Marcelo Brito. O homem pedia uma indenização da emissora, depois que o apresentador chamou os varredores de rua de “o mais baixo na escala do trabalho”. A informação é da coluna “Outro Canal” do jornal “Folha de S. Paulo”.

O juiz Cláudio Xavier decidiu que o gari não sofreu nenhum prejuízo direto com o comentário.

Leia mais: Boris Casoy pede desculpas após ofender garis no “Jornal da Band”

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Avião de “Lost” pode ser usado em novela da Globo

quarta-feira, março 3rd, 2010
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

Sabe o avião que caiu na ilha misteriosa de “Lost”? Ele pode aparecer em “Lado a Lado”, novela das oito de Gilberto Braga, que entra no ar após “Passione”.

Segundo a coluna de Patrícia Kogut no jornal “O Globo”, o diretor Dennis Carvalho está em Los Angeles procurando um cenário para gravar um sequestro de avião, que irá acontecer no começo da trama. Ele gostou muito do modelo usado no seriado americano.

Já estão confirmados na novela Petrônio Gontijo, Deborah Secco e Cássio Gabus Mendes.

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“Força-Tarefa” volta ao ar com mais ação e mortes

quarta-feira, março 3rd, 2010
Foto: AgNews

Foto: AgNews

A segunda temporada de “Força-Tarefa” voltará com tudo à TV. De acordo com o jornal carioca “O Dia”, o seriado terá mais ação e mortes, nesta fase que se inicia em abril, com a nova programação da Globo. “Fizemos grupos de discussão para ouvir o público. Eles pediram mais ação. Então, agora teremos mais cenas de luta, os policiais entram no meio do tiroteio e até o terceiro episódio já tem uma pessoa que morre”, afirmou o diretor José Alvarenga.

Além do sucesso da TV, “Força-Tarefa” pode virar filme. “Já conversamos sobre isso, mas a Globo quer uma terceira temporada antes de um longa. E, para fazermos a terceira temporada, precisamos saber o resultado da segunda”, disse Alvarenga.

O protagonista, tenente Wilson, vivido por Murilo Benício, vai vivenciar novas questões na profissão. “Ele chega a ser suspeito de assassinar policiais. Mas é inocente e, para não ser preso, tem que fugir”, contou o ator.

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De volta à TV, Luciana Vendramini fala sobre novela, depressão e namoro

quarta-feira, março 3rd, 2010
Foto: Divulgação/SBT

Foto: Divulgação/SBT

[TEXTO: PRISCILA TIEPPO]

Afastada das novelas, desde que participou de “Da Cor do Pecado” (2004), da Globo, Luciana Vendramini está de volta à TV em “Uma Rosa com Amor” do SBT. A atriz interpreta a socialite Ninica na trama e contou que sofreu para construir a personagem que tem uma vida leve, diferente da sua.

Além disso, Luciana falou sobre a depressão e o TOC (Transtorno Obssessivo-Compulsivo) que teve, carreira e namoro.

Veja a íntegra da entrevista à Abril.com:

Abril.com: Luciana, conte um pouco sobre sua personagem em “Uma Rosa com Amor”.

Luciana Vendramini: A personagem é a Ninica, que está no núcleo da socialites, patricinhas, das peruas com quem ela anda ela. Mas, entre elas, ela é a única que tem uma profissão, é jornalista. Ela também não está preocupada em fazer fofoca como as outras, que são bem o “mundo Daslu”. A Ninica é atrapalhada, é engraçada, tem humor.

Você se inspirou em alguma personagem ou em alguém para compor o papel?

Eu achei que tinha a ver com os filmes da Cameron Diaz, assisti todos os filmes dela para entender a leveza da personagem. Ela é leve, apesar de ter preocupações em voltar a trabalhar, mas a trama não fica o tempo todo focada nisso. Também coloquei um pouco daquela coisa boba da Pheebe, do “Friends”.

É o seu retorno à TV, né? A última novela foi “Da Cor do Pecado”.

Sim, em 2004. Depois, fui morar em Nova York e voltei para fazer a peça “A Bruxa Morgana” com a Rosi Campos. Para mim, não tem essa coisa de escolher emissora, eu acho que é bom que tenha outras emissoras mesmo. O que importa é o espaço, o papel e a vontade. A gente gosta de trabalhar com quem gosta de trabalhar com a gente.

Como surgiu o convite?

O convite foi feito primeiro pela Íris Abravanel e depois o Tiago Santiago [autor da novela] também me convidou.

E como está sendo interpretar a Ninica?

Eu estou achando divertido, porque os papéis que me chamam atenção são os mais conflituosos. Não é meu universo a felizinha, então para mim é mais difícil interpretá-la. É fácil para quem vive essa vida leve, a minha vida não tem nada a ver com a da Ninica. Até dei uma voltinha na Daslu, coisa que não tinha feito antes, para ver como as meninas se comportam e elas só falam de roupas, viagens e homens.

Você acha que a personagem tem a ver com sua nova fase, mais leve, depois de se recuperar do TOC e da depressão?

Eu tive TOC, mais do que depressão. A depressão vem quando você não vê um resultado imediato. Mas eu acho que está sendo ótimo. Quando eu me tratei, em 2002, depois de 4 anos de tratamento, eu consegui ficar bem e eu quis voltar a estudar com o Antunes Filho e ele aceitou que eu voltasse, o que é difícil de acontecer, e lá tive a certeza que eu conseguiria fazer coisas muito interessantes. Lá, eu fiquei dois anos, e logo depois fiz a peça “4.48 Psicose”, que é um monólogo e a personagem conta sobre a depressão. No texto, ela sentia vontade de morrer, porque o sofrimento era muito agudo, é um texto bem complexo.

Você usou a personagem como um desabafo sobre a doença?

É, soou um pouco como cartase, mas eu me diverti muito fazendo. Tanto que o diretor ficou chocado com o resultado, pois foram apenas 28 dias pra decorar, ensaiar e estrear. Ficamos oito meses em cartaz, quando o previsto era menos. E aí foi a minha volta e eu quis voltar pelo teatro, em 2004.

 Como foi o tratamento?

As pessoas potencializam demais os problemas e TOC você trata. Só que é uma doença que vem como uma porrada, você não consegue fazer nada e eu quis me tratar, foi muito difícil e é um tratamento muito caro. Comecei em 1998 e  fiquei 4 anos me tratando. Foi um pouco demorado porque eu evitava o remédio e exige medicação. Até aceitar, eu estudei muito o assunto e descobri que é um problema químico e aí eu aceitei.

Você sabe o que desencadeou a doença?

Como a Psicologia é muito recente, não tem uma explicação exata. A minha médica mesmo fala não tem como dizer uma causa. E eu queria isso, e não encontrei essa resposta e eu ficava a mercê do invisível e eu queria um motivo. Mas não tive.

Neste período, então, você estudou bastante sobre o assunto?

Passei quatro anos lendo tudo sobre transtornos. Eu melhorei, em 2002, mas ainda pisando em ovos, querendo ficar lá só com o Antunes [Filho], que é muito intenso e eu o admiro mesmo assim.

E em Nova York, você foi lá para estudar?

Fui para lá em 2005 e morei dois anos. Fiquei estudando, dando um tempo para mim, coisa que eu não tinha desde os 13 anos, quando comecei a trabalhar e não parei mais. Lá, pude ter uma vida normal, pude viver, tinha um namorado que é americano. Foi bom.

Você está namorando?

Sim, estou, mas ele não é do meio. Não quero ninguém do meio.

Por quê?

Porque é muito complexo e eu gosto da diferença das profissões.

A sua primeira Playboy teve toda a polêmica da sua idade [Luciana tinha apenas 16 anos na época] e você sempre foi considerada um símbolo sexual, como você vê isso hoje?

Hoje eu não teria feito a Playboy. Foi muito precoce e naquela época eu me achava madura. Imagina, com 16 anos eu era virgem e era muito inocente. Às vezes, a rebeldia tem um preço caro, foi um trabalho que me deixou mais tímida do que eu já sou. Até hoje, a nudez comigo é difícil. Hoje eu tenho maturidade pra entender isso.

Depois, veio o segundo ensaio nu.

No segundo ensaio, em 2004, eu já estava mais madura, já me divertia mais e pensei: ‘porque não dessa vez?’ Ainda assim, fiquei tímida, mas já tinha mais maturidade, já tinha passado dos 30 anos.

Tendo passado pelo TOC, pela experiência de começar a trabalhar cedo e tudo que aconteceu até aqui, como você avalia a sua carreira?

Agora sim eu tenho uma carreira com conteúdo. E não é só pela vivência, mas por ter estudado mais. Eu dou muito valor para quem estuda, porque a ansiedade não permite que faça isso, às vezes. Você fica aprendendo pelos personagens que chegam e não vai atrás do conhecimento e eu acho que é nesse momento que você mostra se gosta do que faz ou se gosta só de aparecer. Hoje, eu estou preparada para tudo, desde interpretar um personagem de Cameron Diaz até fazer um ‘4.48 Psicose’. Eu só preciso ouvir “ação”, não preciso me preparar, já estou pronta.

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