
[Texto e Foto Paula Sato]
Nesta sexta (1º), Rodrigo Faro foi convidado a falar aos jornalistas da Editora Abril sobre a nova classe média e como conseguiu conquistar essa faixa com seu programa na Record. Bem humorado como sempre, o apresentador contou o segredo de seu sucesso.
“O público não gosta de personagem no palco. Eles gostam de pessoas sem máscaras, já não têm mais paciência com apresentador montado. Eu sou no programa o que eu sou na vida real. Quando o público vê o apresentador que é ele mesmo, que ri, chora, paga mico, se sente próximo”, opina sobre O Melhor do Brasil.
Faro conta que é tão grande o sucesso do quadro “Vai dar Namoro” e das dancinhas que faz a cada beijão, que sua vida já não é mais a mesma. “Eu gosto muito de ir no supermercado, fazer compras na 25 de Março. Agora não posso mais. A primeira coisa que qualquer pessoa diz para mim é ‘dança, gatinho’. Em todo lugar, se eu vou no hospital, no posto de gasolina, até o advogado”, diz, aos risos.
Apesar de lamentar ter perdido a privacidade, Rodrigo Faro diz que tenta não se privar. Se tem vontade de ir ao shopping, vai, ainda que cause tumulto. “Eu tenho muita paciência com as pessoas porque, para mim, não é um saco dar autógrafo, tirar fotos. Quando eu fazia teatro para três pessoas, tudo o que eu queria era ser famoso. Seria errado renegar hoje as pessoas que me colocaram onde eu estou”, conta.
O Melhor do Brasil, exibido nas tardes de sábado pela Record, é sucesso de publicidade e de público. Segundo Faro, todas as semanas o programa tem mais de 24% de share e chega a picos de 23 pontos no Ibope.