“Passione” estreou nesta segunda-feira (17) e um dos pontos fortes da nova trama de Sílvio de Abreu é o núcleo italiano, que conta com atores do gabarito de Tony Ramos, Leandra Leal, Marcelo Médice e Bruno Gagliasso, entre outros. Novelas globais, porém, contam com participações “internacionais” não é de hoje. Relembre alguns dos folhetins exibidos em horário nobre e que valeram-se do recurso “importado”.
Caminho das Índias, 2009
Escrita por Glória Perez, “Caminho das Índias” mostra logo de cara onde se deselvolve o núcleo estrangeiro da novela: Índia. Tony Ramos, que vive o italiano Totó em “Passione”, era Opash Ananda, comerciante indiano avesso à cultura ocidental. Opash era casado com Indira (Eliani Giardini) e sogro de Maya (Juliana Paes), que no começo sofria horrores por conta de um casamento arranjado com Raj (filho de Opash), mas que depois descobriu o amor ao lado do marido. No elenco indiano ainda estavam Rodrigo Lombardi (Raj), Márcio Garcia (Bahuan) e Lima Duarte (Shankar), entre outros. “Caminho das Índias” recebeu, no mesmo ano de 2009, um prêmio Emmy (o Oscar da televisão) de Melhor Novela.

Tony Ramos como Opash - Foto: Reprodução/Site Oficial
Belíssima, 2005/2006
“Belíssima” foi ao ar entre novembro de 2005 e julho de 2006. Escrita por Sílvio de Abreu, teve seu núcleo estrangeiro baseado na Grécia. Tony Ramos e Lima Duarte, mais uma vez, aparecem como “gringos, Nikos Petrakis e Murat Solomos Güney, respectivamente. Irene Ravache interpretava Katina Güney, mulher de Murat, de quem escondia uma grande segredo: Cemil (Leopoldo Pacheco) era, na verdade, filho de Nikos.

Tony Ramos como Nikos - Foto: Reprodução
Esperança, 2002/2003
“Esperança” foi a novela das 20h entre junho de 2002 e fevereiro de 2003. Foi escrita, a princípio, por Benedito Ruy Barbosa, substituído posteriormente por Walcyr Carrasco. Assim como em “Passione”, o núcleo estrangeiro era italiano. Casada com o italiano Toni (Reynaldo Gianecchini), Cammile (Ana Paula Arósio) era a vilã da história, que não se conformava com o fato de o marido amar, na verdade, a conterranea Maria (Priscila Fantin). “Esperança” foi vencedora do prêmio “Contigo!” 2003 de Melhor Novela, Melhor Autor, Melhor Atriz (Priscila Fantim), Melhor Ator (Raul Cortez) e outras sete estatuetas.

Cena do casamento de Toni e Camille - Foto: Reprodução
Terra Nostra, 1999/2000
“Terra Nostra”, mais uma novela com núcleo estrangeiro baseado na Itália, foi escrtia por Benedito Ruy Barbosa. No elenco, assim como em “Esperança”, estava Ana Paula Arósio. Desta vez, porém, a atriz interpretava a mocinha italiana Giuliana, apaixonada pelo ragazzo conterrâneo Matteo, vivido por Thiago Lacerda. A história se passava no final do século XIX e começo do XX, focando na imigração italiana, principalmente para o interior de São Paulo. Raúl Cortez também vivia um italiano, Francesco Magliano, imigrante já estabelecido no Brasil.

Ana Paula Arósio como Giuliana - Foto: Reprodução
Rainha da Sucata, 1990
Escrita por Sílvio de Abreu, “Rainha da Sucata” foi ao ar entre abril e outubro de 1990. A protagnoista era Maria do Carmo, interpretada por Regina Duarte. Mas foi Aracy Balabanian quem roubou a cena ao dar vida a engraçadíssima Dona Armênia, consagrada com o bordão “na chón”, em frases como “colo esse prédio na chón”, referindo-se ao edifício acerca do qual se desenvolveu toda a trama, regada com muita lambada e bom humor.

Aracy Balabanian como Dona Armênia - Foto: Reprodução
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Fotos: TV Globo/Divulgação






















