BLOGs / Cinescópio – O melhor do cinema!

Arquivo de fevereiro de 2010

Pixar já começou produção de “Monstros S.A. 2”, diz site

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

O site de cinema “Latino Review” afirma que tem uma fonte muito confiável para dizer que a Pixar está produzindo “Monstros S.A. 2”. A continuação da animação deve ser lançada em 2012 ou 2013.

Além desse filme, a Pixar já está trabalhando em “Carros 2”, que será lançado em 2001. No meio deste ano chega aos cinemas “Toy Story 3”.

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Gustavo Leão alonga as madeixas para viver Frank Aguiar; veja fotos

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010
Fotos: Stefanie Chasseraux/Divulgação

Fotos: Stefanie Chasseraux/Divulgação

Nada como dedicação total ao personagem! Para viver Frank Aguiar na telona, o ator Gustavo Leão alongou as madeixas, dando mais veracidade ao seu personagem na ficção, o cãozinho dos teclados.

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Na quinta-feira (25) Chico Anysio e o jovem ator contracenaram como parte das imagens que entram para o longa “Sonhos de um Sonhador”.

Além deles, Nelson Xavier, Rosi Campos e a ex-BBB Gyselle Soares também estão no elenco.

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Cinema 3D será testado outra vez com “Alice” de Tim Burton

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010
Foto: Reprodução

Foto: Reprodução

[Texto: Reuters]

Tim Burton acha que o livro “Alice no País das Maravilhas”, escrito por Lewis Carroll no século 19, estava pedindo ser transposto para o cinema tridimensional devido a seus elementos surreais.

“Alice no País das Maravilhas”, de Tim Burton, estreia em 5 de março como o próximo em uma série de filmes em 3D ansiosamente aguardados e que Hollywood estará observando de perto. O filme 3D mais recente, a aventura de ficção científica “Avatar”, quebrou todos os recordes de bilheteria a caminho de vendas de quase 2,5 bilhões de dólares nas bilheterias globais.

Nos últimos anos Hollywood vem assistindo a um boom nos filmes em 3D, à medida que os grandes estúdios criam entretenimentos novos para uma nova geração de público, e “Avatar” veio comprovar que os fãs se dispõem a pagar mais para assistir a filmes em 3D quando os efeitos especiais são especiais de fato.

“Alice”, de Tim Burton, será o mais novo teste da força do 3D. O filme mergulha o espectador em um mundo de florestas de cogumelos e desertos devastados — uma paisagem que, vista em 3D, dá a impressão de estender-se para fora da tela. Em outros momentos tem-se a impressão que um animal falante ou uma lança se projetam para fora da tela.

Alice, que é representada pela australiana Mia Wasikowska, 20 anos, passa de tamanho gigante a minúsculo, dependendo do que ela come, e o ator Johnny Depp, no papel do Chapeleiro Maluco, lança olhares desvairados a todos, com olhos ligeiramente aumentados com a ajuda de efeitos especiais.

Burton, 51 anos, disse que sua exposição à obra de Lewis Carroll, em sua infância, se deu menos com o livro e mais pela cultura pop, incluindo a canção “White Rabbit”, gravada pelo Jefferson Airplane em 1967 e tendo como tema as drogas.

Mas ele acrescentou que acha a história criada por Carroll algo que é capaz de expandir a mente, o que parece apropriado quando se vê a aventura um tanto quanto psicodélica que ele criou no filme.

“Me pareceu que o mundo que Lewis Carroll criou, aquele clima chapado, o tamanho, os elementos espaciais, a combinação do meio e do material simplesmente pareceu certa”, disse Burton a jornalistas recentemente.

A “Alice” de Burton é baseada no livro, mas, como é o caso da maioria das adaptações de “Alice” já feitas para o cinema, alguns detalhes foram modificados. Burton acrescentou ao filme elementos da sequência escrita por Carroll, “Do Outro Lado do Espelho”. E sua Alice não é uma criança quando cai no mundo virado do avesso, como é a Alice do livro, mas uma moça de 19 anos.

Uma vez chegada a esse mundo, um grupo de personagens bizarros quer que ela ponha fim à tirania da Rainha Vermelha, que tem cabeça grande e corpo minúsculo. E Alice não se sente bem equipada para encarar o desafio.

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Cena deletada de “Lua Nova” chega à internet

sexta-feira, fevereiro 26th, 2010

“Lua Nova”, segundo filme da saga “Crepúsculo”, estreou em novembro de 2009. Mas, agora, uma cena que não aparece no longa caiu na rede.

Nas imagens, Bella aparece sozinha em seu quarto. Quando ela sai para pegar a caminhonete, seu pai a avisa que ela irá morar com a mãe em Jacksonville. Quem leu o livro, sabe que a garota fica revoltada ao pensar que pode ter de deixar a cidade que a faz lembrar de Edward. Assista à cena abaixo:

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“Alice no País das Maravilhas” tem première com presença do Príncipe Charles

quinta-feira, fevereiro 25th, 2010
Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

Nesta quinta (25), a versão de Tim Burton para o filme “Alice no País das Maravilhas” teve sua première mundial no cinema Odeon, em Londres. Além do elenco da produção e do diretor do longa, o evento teve a presença de Avril Lavigne e do Príncipe Charles.

VEJA FOTOS DO TAPETE VERMELHO

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Mickey Rourke vai interpretar pai de Conan nos cinemas

quinta-feira, fevereiro 25th, 2010
Foto: Getty Images

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[Texto: Reuters]

Mickey Rourke está negociando sua participação como pai de Conan no filme “Conan”, ressurreição da franquia fantasia que tornou Arnold Schwarzenegger uma estrela.

O projeto da Lionsgate vê o guerreiro bárbaro Conan (Jason Momoa) embarcar em uma busca para vingar o massacre de seu povo, inclusive seu pai, Corin. As filmagens estão programadas para começar na Bulgária em março, sob direção de Marcus Nispel (“Sexta-feira 13″).

Rourke, que foi alvo de especulações sobre o papel no site Latino Review em janeiro, foi de fato oferecido o papel, mas as negociações foram problemáticas. As duas partes voltaram à mesa nas últimas duas semanas.

O ator tem aproveitado ao máximo sua indicação ao Oscarno ano passado por “O Lutador”. Em trajetória semelhante a Jonh Travolta depois de sua indicação por “Pulp Fiction”, Rourke já assinou um grande número de projetos, desde o intelectual “Passion Play”, com Bill Murray e Megan Fox, ao simplório “The Expendables”, com heróis de ação dos anos 1980 para grandes produções comerciais “Homem de Ferro 2″.

Schwarzenegger interpretou o herói em “Conan, o Bárbaro”, em 1982, e na sequência “Conan, o Destruidor”, em 1984.

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Romance de ex-casal inspira “Simplesmente complicado

quinta-feira, fevereiro 25th, 2010
Foto: Divulgação

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[Texto: Reuters]

Reunindo um tarimbado trio de atores experientes, Meryl Streep, Steve Martin e Alec Baldwin, a diretora e roteirista Nancy Meyers (“Alguém tem que ceder”) escreve e dirige a comédia “Simplesmente complicado”, em torno das incertezas do romance na maturidade.

Tal como fez em “Julie & Julia” (atuação que lhe rendeu a indicação ao Oscar de melhor atriz pelo qual concorre no próximo dia 7), Meryl Streep aparece cozinhando de novo. Ela interpreta Jane Adler, dona de uma padaria sofisticada, recheada de croissants, bolos e biscoitos sensacionais. Seus três filhos, todos adultos, já são independentes.

Jane foi casada por 20 anos com o advogado Jake Adler (Alec Baldwin, de “Amigos, Amigos, Mulheres à Parte”). Um dia, ele a trocou por uma estonteante mulher mais jovem, Agness (Lake Bell). O divórcio foi repleto de mágoas e, por anos, ela simplesmente não o deixava entrar em sua casa. Agora, quando se reencontram para a formatura do filho caçula (Justin Kirk), o antigo casal tem uma recaída e vive um tórrido e clandestino romance.

Cheios de sentimentos confusos e também para evitar problemas com Agness, os dois tentam esconder do resto do mundo o que está acontecendo. Nem sempre é muito fácil. Um dia, Jake e Jane decidem ter um encontro no meio da tarde, num grande hotel.

Justamente ali, sua filha (Caitlin Fitzgerald) e o futuro marido, Harley (John Krasinski, da série “The Office”), tinham uma reunião para preparar sua festa de casamento. Harley faz o maior malabarismo para não deixar a noiva ver os pais chegando e subindo aos beijos no elevador, além de outros incidentes – que incluem a participação de um médico.

Contribuindo para dividir ainda mais seus sentimentos, Jane está sendo cortejada por Adam (Steve Martin, “A Garota da Vitrine”), outro divorciado, e o arquiteto que comanda a reforma de sua casa. Uma sequência especialmente engraçada entre os dois inclui sua ida a uma festa e o consumo de maconha.

O forte do filme está no elenco – todo ele justamente premiado com um troféu do National Board of Review, uma das associações de críticos e estudiosos ligados ao cinema mais prestigiadas dos EUA. O ponto fraco está em que a diretora e roteirista Nancy Meyers não tira realmente todo o proveito do potencial cômico de Steve Martin e de seu namorico com Meryl Streep, o que poderia tornar a comédia mais saborosa.

(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

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“Inquilinos” marca mudança de tom no cinema de Bianchi

quinta-feira, fevereiro 25th, 2010
Foto: Divulgação

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[Texto: Reuters]

Ao longo de quase 40 anos de carreira, o diretor paranaense, radicado em São Paulo, Sérgio Bianchi ficou conhecido por filmes tão explosivos quanto sua notória personalidade. Por isso, “Os Inquilinos – Os Incomodados que se Mudem”, que estreia em São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba, é uma grata surpresa na filmografia do cineasta.

No centro da trama está Valter (Marat Descartes, de “Lula – O Filho do Brasil”), pai de família, morador da periferia que trabalha durante um dia num mercado de frutas e estuda à noite. Depois de apresentar essa rotina pacata desse cidadão comum, o filme introduz um novo elemento: um trio de vizinhos arruaceiros que se mudam para a casa ao lado do protagonista.

O grupo mora no mesmo quintal de Dimas (Umberto Magnani, de “Quanto Vale ou é por Quilo?”), um homem de idade e poucas amizades que encontra em Valter o único amigo e confidente para reclamar do grupo de novos vizinhos — que fazem festas regadas a bebidas, com música em alto volume e muitas mulheres até a madrugada.

Quando chega em casa à noite, é Iara (Ana Carbatti, de “Quanto Vale ou é por Quilo?”), sua mulher, quem atualiza o marido com as novidades dos vizinhos, que dormem boa parte do dia depois das noitadas. Aos poucos, uma paranoia toma conta da cabeça e da vida da família de Valter- – quem seriam os três rapazes? De onde vêm? São criminosos? Que risco representam?

O roteiro de “Os Inquilinos” foi escrito por Bianchi, cuja carreira se iniciou com o curta “Omnibus” (1972) e também inclui “Quanto Vale ou é por Quilo?” (2005) e “Cronicamente Inviável” (2000), e Beatriz Bracher (“Cronicamente inviável”) a partir de um conto de Vagner Geovani Ferrer, aluno de um curso do projeto EJA (Educação para Povens e Adultos).

Este roteiro, assim como a atriz coadjuvante Cássia Kiss, foram premiados no Festival do Rio do ano passado. A narrativa, bastante contida sem panfletagem ou verborragia, se constroi em cima da tensão de uma catástrofe que possa acontecer a qualquer momento — seja ela um desentendimento entre Valter e os vizinhos, uma morte, ou mesmo, nada.

A vida de Valter na escola noturna abre espaço para questionamentos sócio-culturais dos personagens, especialmente nas aulas ministradas pela professora interpretada por Cássia Kiss (“A Festa de Menina Morta”). Junto com seus alunos, ela discute a voz da periferia por meio de textos, como poesias.

A contenção da trama ganha respaldo numa interpretação inspirada de Descartes, conhecido ator de teatro paulistano que estreia como protagonista no cinema. Valter é um personagem passivo, que nunca age, e raramente reage. Ainda assim, não temos pena, nem raiva dele, porque o ator o transforma num ser humano qualquer, levando sua vida pacata, ameaçada por elementos estranhos ao seu mundo.

O que “Os inquilinos” parece tentar dizer é que o poder institucionalizado é incapaz de responder às nossas necessidades. Presente em toda a obra de Bianchi (que acaba de ser lançada em DVD), esta idéia ganha força aqui, pela forma como é abordada: cheia de sutilezas e tensão.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

Assista ao trailer do filme

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“O Segredo dos seus Olhos” combina suspense e romance

quinta-feira, fevereiro 25th, 2010
Foto: Divulgação

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[Texto: Reuters]

Conhecido por sua comédia de sucesso “O Filho da Noiva” (2001), o diretor argentino Juan José Campanella surpreende pela profundidade e combinação de gêneros de seu novo longa, “O Segredo dos seus Olhos”, indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro e que estreia em São Paulo, Rio, Porto Alegre e Brasília.

“O Segredo de Seus Olhos” é protagonizado por Ricardo Darín, o ator-fetiche de Campanella, que aqui está num registro diferente daquele que o transformou numa presença constante em comédias argentinas.

Como pede seu personagem, o oficial de justiça Espósito, ele tem uma interpretação mais contida e, por isso, repleta de nuances. A maquiagem contribui nas idas e vindas no tempo da narrativa, mas é o trabalho do elenco — que também inclui Soledad Villamil (“Não É Você, Sou Eu”) e Guillermo Francella (“Rude e Brega”) — que dá a credibilidade à combinação de estilos e à transição entre passado e presente.

Roteirizado por Campanella e pelo escritor Eduardo Sacheri (autor do romance no qual foi inspirado), o filme toca em feridas da história argentina sem nunca fazer destas o seu tema principal, ou sua razão de ser. Um dos tempos da narrativa é em meados dos anos 1970, quando uma moça é encontrada brutalmente assassinada. Apesar de motivações políticas serem mencionadas — “Seria ela uma subversiva?” — elas não são aprofundadas, pois o foco do diretor é outro.

O poder do amor, da obsessão e a sede de vingança são o que move os personagens. Espósito trabalha num tribunal de justiça criminal, chefiado por uma mulher, Irene (Soledad), por quem ele se apaixona platonicamente. O romance deles sobrevive três décadas depois quando, já aposentado, ele ainda visita a amiga — eterno amor — que trabalha no mesmo tribunal, onde passam horas conversando.

No presente, ele escreve um livro de ficção inspirado naquele crime, possivelmente até hoje sem solução — ou pelo menos, com uma resolução frustrada. O passado jamais descansa. Por meio de flashbacks, que entrecortam toda a narrativa, descobre-se que Espósito foi o detetive que solucionou o caso.

O assassino é descoberto, mas logo ganha liberdade, pois se oferece para ser informante da polícia e fazer o trabalho sujo que a ditadura militar necessita.

“Subversivos são mais perigosos do que estupradores e assassinos”, comenta uma pessoa ligada à Justiça. Isso incomoda tanto Espósito quanto o marido da vítima (Pablo Rago, de “Apaixonados”), que todos os dias passava por uma estação de ônibus, na esperança de que o assassino, que ele sabia quem era, passasse por ali.

A montagem, também assinada pelo diretor, dialoga com o passado, com a urgência da resolução do crime, e o presente, carregado da melancolia das oportunidades perdidas. Os personagens olham para trás e analisam as suas vidas e constatam que se transformaram naquilo que nunca planejaram ser.

Esse é sem dúvida o filme mais sombrio e mais interessante do diretor que, ao combinar um clima noir com um drama dos romances frustrados, é capaz de prender a atenção por mais de duas horas. Em se tratando da direção, aliás, existem algumas sequências memoráveis. Especialmente uma tensa e longa perseguição num estádio de futebol abarrotado de torcedores numa noite de jogo.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

Assita ao trailer do filme

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John Krasinski, de “The Office”, pode ser novo Capitão América

quinta-feira, fevereiro 25th, 2010
Foto: Getty Images

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John Krasinski, o Jim de “The Office”, pode ser o Capitão América? Tudo é possível, já que esta semana a Marvel está fazendo testes para encontrar o ator que fará o papel de Steve Rogers, o alter ego do personagem-título em seu filme “Capitão América”.

O filme mais recente de super-heróis da empresa será dirigido por Joe Johnston (“O Lobisomem”) e conta a história do rapaz jovem, de saúde frágil, que é rejeitado quando quer prestar serviço militar e acaba virando símbolo de liberdade da América na 2a Guerra Mundial e, mais tarde, membro da equipe de super-heróis Vingadores da Marvel.

Cerca de sete atores já passaram para a linha de frente dos testes dos soldados especiais, já tendo feito testes ou estando prestes a fazê-los nesta semana e na próxima na sede da Marvel, em Manhattan Beach, Califórnia.

Entre os nomes que se sabe estarem na lista, ao lado de Krasinski, estão Michael Cassidy (que apareceu em “Smallville” e fez um teste para o filme de Superman), Patrick Flueger (um dos astros de “The 4400″, visto mais recentemente no filme “Entre Irmãos”, com Tobey Maguire), Scott Porter (“Friday Night Lights”, da TV), Wilson Bethel (“Generation Kill”) e Mike Vogel (“Cloverfield – O Monstro”).

Chace Crawford também está em negociações para fazer um teste.

Garret Hedlund, que já está em “Tron”, da Disney, também constava da lista dos atores a serem testados, mas saiu dela, pelo menos por enquanto, em função de problemas em seu cronograma de trabalho. Mas pessoas bem informadas dizem que é possível que ele ainda faça o teste. Jensen Ackles é outro ator que teve problemas com seu cronograma.

O estúdio está mantendo os atores parados, sem poderem assumir outros compromissos, por 30 dias durante o processo de testes.

Fontes avisam que é possível que nenhum ator apropriado seja identificado nos testes, como aconteceu durante a busca realizada pela Marvel pelo homem que encarnaria “Thor”. Para esse filme, que está sendo rodado agora em Manhattan Beach, o estúdio fez várias rodadas de testes, mas acabou encontrando seu astro, Chris Hemsworth, apenas em fase posterior dos trabalhos, tendo inicialmente não dado atenção a seu vídeo de teste.

A Marvel procura alguém mais ou menos jovem e que seja capaz de parecer muito másculo, mas, segundo fontes bem informadas, um dos requisitos chaves também é que o ator seja norte-americano. Até agora nenhum ator britânico ou australiano foi considerado seriamente, embora isso seja possível se o estúdio não encontrar candidatos ideais nascidos na América.

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