BLOGs / Cinescópio – O melhor do cinema!

Arquivo de março de 2010

MTV Movie Awards 2010 inicia votação para definir indicados

segunda-feira, março 29th, 2010
Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

A partir desta segunda-feira (29) o público poderá escolher os indicados ao MTV Movie Awards 2010, que acontecerá no dia 6 de junho, na Califórnia.

Igual aconteceu na edição do ano passado, os internautas poderão escolher as atrações que irão disputar as 13 categorias da premiação como melhor filme, melhor beijo e melhor cena de luta.

Este ano também foram criadas algumas novas categorias: Global Superstar, Best Ass-Kicking Star and Best Scared-as-Sh– Performance. Depois de definidos os indicados, a votação começará no dia 11 de maio e irá até dia 5 de junho, véspera do MTV Movie Awards 2010.

A votação pode ser feita através do site http://www.mtv.com/ontv/movieawards/2010/.

Abril.com no Facebook: tudo sobre Esportes, Diversão, Notícias e Comportamento

“Amelia” retrata as paixões de uma pioneira da aviação

quinta-feira, março 25th, 2010
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

[Texto: Reuters]

A diretora indiana Mira Nair não esconde em nenhum momento em seu novo filme, “Amelia”, o carinho que sente pela personagem que escolheu retratar – a americana Amelia Earhart, uma das pioneiras da aviação mundial e que se tornou uma celebridade em seu país, nos anos 1930, ao quebrar vários recordes no comando de um avião.

Foi comparada, na época, ao pioneiro Charles Lindbergh, celebrado pelo voo solo que fez sobre o Atlântico, em 1927. Façanha que ela repetiu e quis superar com uma volta ao mundo.

A vida de Amelia é repleta de desafios, aventuras, fracassos e realizações, mas Nair preferiu dar maior destaque para sua paixão pela aviação, o combustível que a movia, acima de tudo. Foi uma boa escolha, pois, graças às proezas de Amelia, muitas mulheres puderam também entrar nesse clube restrito até então aos homens e desenvolver uma carreira.

Hilary Swank (“Menina de Ouro”) encarna com empenho o papel da aviadora pioneira, dosando de forma correta a teimosia da personagem em assumir riscos, sem que demonstre arrogância aos olhos do espectador.

Não há como não aprovar as escolhas de Amelia, mesmo quando arriscadas e beirando a insanidade, já que o que está em julgamento é a capacidade de uma mulher de aceitar desafios e realizá-los como um homem o faria. Ela sabia que, se fracassasse, todo seu passado de sucessos seria esquecido e o futuro de muitas mulheres, comprometido.

O filme começa com a viagem ao redor do mundo que ela está prestes a concluir, em 1937. No comando de um Electra, acompanhada por um navegador alcoólatra, ela parece uma criança feliz sobrevoando as savanas africanas.

O filme não mostra, mas Amelia também passou pelo Brasil, onde fez uma escala em 6 de maio de 1937, em Fortaleza (pagou 800 mil reis, o equivalente a 50 dólares, por uma diária no Excelsior Hotel), e circulou pelas ruas da cidade de calças compridas e camisa xadrez.

O acompanhamento dessa viagem é alternado com cenas do passado, que mostram o início da carreira da aviadora, em 1928, quando se candidatou a cruzar o Atlântico num projeto patrocinado pela socialite americana Amy Phipps Guest, interessada que uma mulher repetisse a façanha de Lindbergh um ano antes.

Esse projeto, coordenado pelo editor e publicitário George Putnam (interpretado por Richard Gere), deslanchou sua carreira e marcou o início de um relacionamento com o próprio Putman, com quem se casou, depois de uma insistência muito grande da parte dele. Amelia não queria que o casamento interrompesse sua carreira e deixou essa condição clara desde o início. Para Putman, era doloroso aceitar os longos períodos longe da mulher, temendo que ela não retornasse da última aventura.

O grande mérito de Mira Nair é nunca perder de vista essa relação tão especial entre dois personagens que se amam muito, mas não podem viver juntos. O encantamento dessa relação é sentido quando estão sozinhos e se falam pelo rádio, ultrapassando a fronteira dos países. É o preço que têm de pagar pelo respeito à liberdade do outro.

(Por Luiz Vita, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

Abril.com no Facebook: tudo sobre Esportes, Diversão, Notícias e Comportamento

Clooney está em comédia “Homens que Encaravam Cabras”

quinta-feira, março 25th, 2010
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

[Texto: Reuters]

Parece piada mas há quem garanta que algum dia foi verdade: em passado não muito distante, o governo dos EUA recrutou videntes e místicos para desenvolver supostos poderes extrassensorias em militares, que os usariam em missões secretas.

Ao menos, é isso o que sustentam livros como o bestseller “Os Homens que Encaravam Cabras” de Jon Ronson, que serviu sob medida para decolar o roteiro de Peter Straughan. Ele é a base da comédia de humor negro do mesmo nome, que marca a estreia na direção do ator Grant Heslov (“Boa Noite e Boa Sorte”).

Diretor e ator de “Boa Noite e Boa Sorte”, George Clooney é um dos protagonistas. Ele interpreta o ex-soldado Lyn Cassidy, que está no Kweit em 2003, tentando entrar no Iraque, onde teria uma missão secreta a cumprir.

É num hotel nesse país que ele conhece o jornalista Bob Wilton (Ewan McGregor), que está afundando as mágoas do casamento fracassado à procura da adrenalina da cobertura da guerra.

Embora o olhar esbugalhado de Cassidy não autorize a ter confiança no seu equilíbrio emocional, Wilton resolve acompanhá-lo quando ele decide entrar no Iraque por sua conta. Pelas vias oficiais, a viagem poderia demorar muito ou nem acontecer.

O trajeto de jipe pelo deserto é mais conturbado do que o jornalista imaginava e não exatamente por terem cruzado com milícias ameaçadoras. Os hábitos de Cassidy, na verdade, são estranhos. Ele se dedica à meditação e diz que pode controlar as nuvens.

Quando o jornalista quer saber que armas trouxeram para a sua defesa, ele responde: “Somos Jedis, não lutamos com armas”. A piada extra é que o personagem de Ewan McGregor, que interpreta Obi Wan Kenobi nas “prequels” da nova saga “Star Wars”, de George Lucas, aqui desconhece o que seja um cavaleiro Jedi…

A jornada de Cassidy e Wilson no deserto iraquiano corre paralela à revelação de maiores detalhes sobre o nascimento do Exército da Nova Era, uma unidade ultrassecreta do Exército norte-americano.

Criada em meados dos anos 70, a companhia teria deflagrado o seu tipo peculiar de corrida armamentista com os soviéticos, estudando o uso de atividades paranormais para fins de espionagem. O objetivo era que soldados pudessem desenvolver dons como atravessar paredes, ficarem invisíveis e matarem uma cabra com um simples olhar.

Comandada pelo general Hopgood (Stephen Lang) – que tenta atravessar paredes, sem muito sucesso -, a unidade faz treinamentos bem estranhos aos métodos militares. O general Bill Django (Jeff Bridges, de “Coração Louco”), um verdadeiro hippie, especializa-se em comandar sessões de dança e uso do LSD entre seus soldados, para relaxamento das energias.

Nem todo mundo aprecia essas novas técnicas, muito menos todo o protagonismo de Django. Um deles é o coronel Larry Hooper (Kevin Spacey), que não mede esforços para voltar para si o foco das atenções. Em breve, Cassidy e o jornalista Wilton vão reencontrar todo esse time ainda em ação, em pleno deserto iraquiano. Tomara que seja apenas uma licença da imaginação do roteirista.

(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

Abril.com no Facebook: tudo sobre Esportes, Diversão, Notícias e Comportamento

Comédia “Cadê os Morgan?” depende do carisma de Grant

quinta-feira, março 25th, 2010
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

[Texto: Reuters]
Ricos, bonitos e bem-sucedidos, o advogado Paul Morgan (Hugh Grant, “Letra e Música”) e a corretora de imóveis de luxo Meryl Morgan (Sarah Jessica Parker, “Sex and the City”) estão vivendo uma crise no casamento, porque Paul deu uma escapada. Assim começa a comédia “Cadê os Morgan?”, estreando em circuito nacional.

Arrependido, Paul faz de tudo para reconquistá-la. E, numa noite em que ela, finalmente, concordou em jantar com ele, os dois presenciam um crime, que tem relação com um dos clientes de Meryl. Por conta disso, são incluídos no programa de proteção de testemunhas do FBI e, bem contra a vontade, têm que mudar-se de Nova York para a remota cidadezinha de Ray, no rural estado do Wyoming.

Urbanoides radicais, eles – especialmente ela – se ressentem da falta dos confortos da cidade grande. Aqui em Ray, o celular quase não pega. Seu novo endereço, a residência de um casal de agentes do FBI, Emma (Mary Steenburgen, “A Proposta”) e Clay Wheeler (Sam Elliott, “Amor sem Escalas”), sequer tem TV a cabo.

O evento mais divertido da cidade é um rodeio. E, pior, eles são obrigados a conviver sob o mesmo teto bem na hora em que Meryl cogitava o divórcio.

Como toda comédia, esta aqui alimenta-se dos opostos. E não há casal mais diferente dos Morgan do que os Wheeler.

Talvez a melhor sacada do roteiro, de autoria do diretor Marc Lawrence, seja mesmo projetar nesta boa dupla de atores, Elliott e Steenburgen, pelo menos uma parte da América profunda, conservadora, republicana, armamentista, amante da caça (há cabeças de animais decorando a sala da casa, para horror da vegetariana Meryl), mas não desprovida de senso de humor. Um humor que, neste momento particular, está faltando muito a Meryl.

Encarnando seu habitual personagem atrapalhado, Hugh Grant garante algumas risadas. É a terceira vez que trabalha com o diretor Lawrence, repetindo a parceria de “Amor à Segunda Vista” (2002) e “Letra e Música” (2007). Talvez por isso esteja mais à vontade, embora num papel não particularmente brilhante.

Sarah Jessica Parker, por sua vez, é mais irritante do que engraçada – um problema que parece vir mais do roteiro do que dela mesma.

Comédia parece um gênero fácil só para quem não sabe do que está falando. É a mais difícil das artes fazer rir, encontrar o tempo da piada, a química entre uma dupla. Nada disso aconteceu direito entre Sarah e Hugh aqui.

Por isso, os poucos bons momentos da história pertencem mesmo à dupla de veteranos Elliott e Steenburgen, ainda assim, num universo cheio de clichês surrados.

(Por Neusa Barbosa, do Cineweb)

* As opiniões expressas são responsabilidade do Cineweb

Abril.com no Facebook: tudo sobre Esportes, Diversão, Notícias e Comportamento

“Como Treinar o seu Dragão” mostra novo bicho de estimação

quinta-feira, março 25th, 2010
Foto: Divulgação

Foto: Divulgação

[Texto: Reuters]

Esqueça lagartos ou iguanas. Cães e gatos, então, não têm a menor chance. A moda agora será ter o seu próprio dragão de estimação — ao menos se você for uma criança viking.

Esses seres mitológicos, gigantescos e perigosos ganham ares de criaturas fofinhas na animação “Como Treinar o seu Dragão”, que estreia em cópias convencionais (dubladas e legendadas), e apenas dubladas em 3D e IMAX (estas últimas, apenas em um cinema em São Paulo e outro em Curitiba).

Baseada numa série de livros de Cressida Cowell, a animação dirigida por Dean DeBlois e Chris Sanders (a mesma dupla de “Lilo & Stitch”) parece o primeiro longa de uma franquia que tem tudo para uma vida longa se agradar ao seu público-alvo: meninos ávidos por aventuras. Embora existam algumas personagens femininas, o universo aqui é dos vikings do sexo masculino, grandalhões, barbudos e com chifres pontiagudos em seus elmos.

Os vikings-mirins são educados para substituir seus pais na batalha contra os grandes dragões que assolam a Ilha de Berk, onde o grupo mora — um lugar antigo, mas com casas novas que são reconstruídas após sucessivos ataques. É impossível exterminar os animais pois, para isso, seria necessário saber onde fica o seu ninho.

Soluço (na versão original, dublado por Jay Baruchel, de “Uma Noite no Museu 2″) é o filho do chefe da tribo Stoico, O Imenso (Gerard Butler, de “Gamer”), mas não leva o menor jeito para ser um grande viking. Pequeno e desajeitado, o garoto não tem o porte físico para enfrentar dragões, como seu pai.

Como toda boa animação voltada para o público infanto-juvenil, “Como Treinar o seu Dragão” mostra que as aparências enganam e que se Soluço olhar bem para dentro de si mesmo irá descobrir tudo de que é capaz. Se, por um lado, a história do longa não inova e é possível prever o final sem esforço, por outro, o visual e a forma como a narrativa se desenrola dão conta de espantar o tédio.

É bom saber que, embora para leigos dragões sejam todos iguais, existem vários tipos diferentes. Um deles é capaz de lançar água fervendo em seus inimigos, ao invés da tradicional chama. Outros, por sua vez, possuem duas cabeças, e cada uma com uma função diferente. O que o Manual dos Dragões não ensina, e Soluço irá descobrir sozinho, é que essas criaturas assustadoras podem ser dóceis, amigáveis e companheiras.

A jornada de Soluço começa quando ele captura um temido dragão do tipo Fúria da Noite. Como o garoto não tem coragem de matar o animal, laços de amizade nascem entre os dois — mas isso ainda é um segredo, que o menino guarda muito bem, pois sabe que a descoberta do dragão colocará em risco a vida do animal, a quem dá o nome de Banguela.

Aos poucos, Soluço descobre como domar um dragão sem feri-lo, ou muito menos matá-lo. Torna-se uma celebridade na aula de Treino com Dragões e, posteriormente, um ídolo em sua ilha. Quando seu pai volta de viagem, espanta-se com a novidade, mas só tem a comemorar.

A partir de então, o filme facilmente estabelece seus temas e aprofunda o perfil de seus personagens, como Astrid (America Ferrera, de “Quatro Amigas e um Jeans Viajante”), uma menina corajosa, melhor aluna do Treino com Dragões, e os gêmeos Cabeçaquente (Kristen Wiig, de “A Era do Gelo 3″) e Cabeçadura (T.J. Miller, de “Cloverfield – Monstro”).

O formato 3D é bastante bem aproveitado no filme — especialmente nas cenas de voo dos dragões, nas quais o público terá a sensação de estar voando na garupa de um deles, ao lado de Soluço. Não é a toa que, especialmente pelo uso da luz, o filme tem um visual bastante caprichado, deixando clara a assinatura do renomado diretor de fotografia Roger Deakins (“O Leitor”, “Um Homem Sério”), que assina como consultor.

(Por Alysson Oliveira, do Cineweb)

Abril.com no Facebook: tudo sobre Esportes, Diversão, Notícias e Comportamento

Robert Pattinson diz que não é “um cara durão”

quinta-feira, março 25th, 2010
Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

O ator Robert Pattinson, astro da saga adolescente “Crepúsculo”, revelou que diferente de seu personagem Edward Cullen, ele não é um cara durão.

Segundo o site da MTV britânica, Pattinson descobriu que não era tão forte durante as filmagens de “Remember Me”, quando contracenava com um dublê. “Eu soquei o rosto do dublê quadro vezes, o mais forte que podia. E ele olhou pra mim e disse que não sentiu nada. Foi frustrante”, afirmou o ator.

Além de confessar ser fraco, Robert Pattinson disse ainda que fica apavorado quando precisa comparecer em premières de seus filmes. “Eu nunca sei o que fazer comigo antes de uma première. Eu fico apavorado no carro no caminho e depois permaneço um pouco atordoado”, revelou Pattinson ao “The Sun”.

Abril.com no Facebook: tudo sobre Esportes, Diversão, Notícias e Comportamento

James Cameron critica estúdios de cinema na corrida pelo 3D

quinta-feira, março 25th, 2010
Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

[Reuters]

O diretor de “Avatar”, James Cameron, vê um equívoco na mais recente febre dos estúdios de Hollywood para converter grandes projetos cinematográficos de 2D para 3D, mas o ritmo de tais conversões demonstra que não existem sinais de desaceleração.

Cameron acredita que os estúdios estão correndo para aproveitar o apetite do público por filmes em 3D. Mas o uso de computadores para converter filmes padrão em 2D para 3D, ao invés de filmá-los em 3D, cria um filme com aspecto barato e poderia prejudicar mais do que ajudar se o público rejeitar a proposta.

Ele deve saber. Filmado em 3D, “Avatar” tem a maior venda em bilheterias da história, com 2,7 bilhões de dólares arrecadados.

E Cameron não é o único que está questionando a corrida precipitada dos estúdios para converter filmes para 3D, em uma batalha que está colocando grandes diretores em conflito com os estúdios que os contratam.

O diretor de “Transformers”, Michael Bay, também já questionou a escolha.

“O problema é que essas decisões deveriam ser feitas pelos diretores, não deveriam ser feitas pelos estúdios, porque se fosse pelos estúdios, eles vão sacrificar a qualidade por um custo mais baixo”, disse Cameron, em um evento para promover o lançamento de “Avatar” em DVD, que será no dia 22 de abril

Estúdios estão convertendo rapidamente para 3D, agora que a Walt Disney viu a versão 3D de “Alice no País das Maravilhas” vender mais de 570 milhões de ingressos desde sua estreia no dia 5 de março.

No dia 2 de abril, a Warner Bros, uma divisão da Time Warner Inc., irá lançar seu filme de ação “Fúria de Titãs” em mais uma versão convertida de 2D para 3D.

Abril.com no Facebook: tudo sobre Esportes, Diversão, Notícias e Comportamento

Daniel Filho relata caso de possessão em filmagens de “Chico Xavier”

quinta-feira, março 25th, 2010
Foto: Dedoc

Foto: Dedoc

De acordo com o jornal carioca “O Dia”, Daniel Filho falou sobre uma figurante que chegou a ser possuída durante as filmagens do longa “Chico Xavier”, que estreia no próximo dia 2. “Durante uma cena de desobsessão com o Ângelo Antônio [ele interpreta o médium jovem], uma figurante incorporou uma entidade e tivemos que parar a filmagem”, contou o diretor.  

A atriz Renata Imbriani disse que viu o espírito de Chico, no intervalo de uma cena, ao lado de Nelson Xavier, que também faz o médium.

Daniel, porém, ressalta que o filme não tem intenção de ser religioso. “É a história de um brasileiro que escreveu 412 livros e vendeu mais de 30 milhões no mundo todo”.

Abril.com no Facebook: tudo sobre Esportes, Diversão, Notícias e Comportamento

Will Smith pode ficar de fora de “Homens de Preto 3″

quarta-feira, março 24th, 2010
Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

O ator Will Smith pode não participar de “Homens de Preto 3” para estrelar a aventura de fantasia “The City That Sailed”, é o que conta a revista “Variety”.

Segundo a publicação, Smith, que não estrela um filme desde “Sete Vidas” (2008), recebeu a oferta das duas produções, mas ainda não decidiu para qual das duas irá dedicar seu tempo.

Will Smith estrela “Homens de Preto” ao lado de Tommy Lee Jones, no papel do agente Jay. Os dois primeiros filmes da série alcançaram bons desempenhos nas bilheterias ao redor do mundo, com faturamento de mais de US$ 1 bilhão.

Já “The City That Sailed” contará a história de uma garotinha que descobre velas máginas em Londres, que permite que ela possa pedir qualquer coisa. Quando ela pede para ficar próxima do pai, a ilha de Manhattan começa a viajar pelo oceano Atlântico.

Abril.com no Facebook: tudo sobre Esportes, Diversão, Notícias e Comportamento

Robert Pattinson fala sobre “Bel Ami”: “as cenas de sexo com Uma Thurman são perturbantes”

quarta-feira, março 24th, 2010
Foto: Getty Images

Foto: Getty Images

[Texto: Da Redação com BANG Showbiz]

Robert Pattinson admite que precisa de ajuda com os roteiros por causa de sua memória, que é péssima. “Nos filmes da saga ‘Crepúsculo’, sempre tem alguém para nos ajudar com as falas. Sempre leio muito quando estou filmando mas assim que fecho o livro, mal posso lembrar de que acabo de ler.”

Pattinson, que atualmente está trabalhando no drama “Bel Ami” com Uma Thurman e Christina Ricci, diz que tem tido bastante problema durante a filmagem desse filme porque o diretor Declan Donnellan está acostumado a trabalhar com atores de teatro e exige o mesmo nível de dedicação dos atores nos seus filmes.

O astro ainda comentou as cenas de sexo do filme, já que seu personagem é um jornalista que sobe na vida ao dormir com mulheres ricas. “As cenas de sexo com Uma são perturbantes. A personagem dela usa sexo para manipular os homens e o meu personagem pensa como um animal”, afirmou para a revista “Focus”.

“Bel Ami” está sendo filmado na Inglaterra e o lançamento do filme está programado para 2011.

Abril.com no Facebook: tudo sobre Esportes, Diversão, Notícias e Comportamento

'