Na grande festa onde foram premiadas as melhores produções do cinema nacional, realizada na segunda-feira (13), no Espaço Tom Jobim, no Rio de Janeiro, Gloria Pires foi eleita pelo público e pelo júri a Melhor Atriz pelo papel no filme É Proibido Fumar. Confira todas as emoções da noite!
O que seria do cinema sem as mulheres, sem a graça de seu andar, os perigos de suas curvas, o glamour de seus vestidos e o talento de seus trabalhos, tanto na frente quanto por trás das câmeras? O que seriam dos filmes sem a volúpia de Sophia Loren, o sotaque de Brigitte Bardot ou a força de Katharine Hepburn? Se Hollywood demorou tanto para reconhecer diretoras como Sofia Coppola e Kathryn Bigelow, o Brasil deve a uma mulher a retomada do cinema feito no país: Carla Camurati, 49 anos, diretora de Carlota Joaquina, que há 15 anos mostrou que produções em português podiam ter qualidade técnica e ser abraçadas pelo público. As Mulheres no Cinema foi o tema do 5o Prêmio Contigo! de Cinema Nacional, cujo sabor feminino também serviu para coroar Carla com o troféu MGM My Favorite, uma parceria com o canal MGM, e, com o perdão do trocadilho, glorificar uma estrela que só fica melhor com o passar do tempo: Gloria Pires, 47, escolhida a Melhor Atriz da noite – júri e popular – pelo papel em É Proibido Fumar. “Estou superfeliz. Sempre é bom receber um prêmio, ainda mais quando trabalhamos com gente tão querida”, discursou uma emocionada Gloria. “Estou muito feliz! Obrigado ao júri, ao público e à CONTIGO!” É verdade que nomes do quilate de Nelson Xavier, 69, Dan Stulbach, 40, e Tony Ramos, 62, tentaram equilibrar o jogo para os homens. Mas Dira Paes, 41, mestre de cerimônias, outra musa do cinema brasileiro, não deixou o time dos saltos altos, batons e maquiagem perder o jogo. “As mulheres estão dirigindo cada vez mais e melhor! Elas são abusadas e pilotam seus filmes com técnica e talento”, abriu Dira a festa sob muitas gargalhadas. Um tom que durou a noite toda.





































