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Arquivo de "25 de agosto de 2010"

O melhor trailer do ano: “Pereio, Eu Te Odeio”

quarta-feira, agosto 25th, 2010

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Piranha 3D no Oscar 2011?

quarta-feira, agosto 18th, 2010

Claro que o vídeo é uma grande piada. Mas é das boas

A minha favorita? Quando Adam Scott diz: “Pô, vocês estão indicando 10 filmes para o Oscar. O que vão fazer? Indicar A Origem 10 vezes?”

Tou começando a querer ver Piranha 3D.

E se Jane Austen tivesse escrito “Clube da Luta”?

sexta-feira, agosto 13th, 2010

SEX TAPE de Eva Mendes cai na internet!

quarta-feira, agosto 4th, 2010

Precisa falar algo?

“Machete”: fotos inéditas da festa em San Diego!

quarta-feira, julho 28th, 2010

“Alguém tá a fim de uma comida mexicana?”

Juro que não sei qual filme será mais cool em 2010: Os Mercenários ou Machete? O primeiro perdeu força com a papagaiada de Stallone na Comic-Con. E o segundo aproveitou o evento para fazer uma festa bacanuda regada à comida mexicana.

Machete é o herói vingativo criado por Robert Rodriguez (Sin City) para servir de trailer falso no projeto Grindhouse, com Tarantino. O projeto tomou vida propria e, além do nosso herói Danny Trejo (que interpretava todo mexicano casca-grossa dos anos 80), o filme tem Michelle Rodriguez (Lost), Linday Lohan (cadeia) e Robert De Niro (em busca de um novo respeito).

Parte do elenco e o cineasta se reuniram em San Diego para servir os convidados em um carrinho tosco de junk-food.

Como um bom post mexicano, fizemos uma fotonovela com as melhores fotos do evento.

Machete, não esquece, estreia em outubro por aqui.

“El Taco Loko y Sangrento – Tueda Vingaza es mejor servida en plato quiente”

O carro de tacos de Machete. Não recomendamos sem um bom anti-ácido

Quem é o homem mais cool do cinema? Yeah, Danny Trejo. Quem é o cozinheiro mais famoso do cinema? Ah, você entendeu…

“Eles não fazem ideia de onde tiramos a carne da comida”

“Vai uno taco aé, hermano? Pô, Danny, cadê a porcaria da comida do cliente?”

“Calma, seu Robert, tá saindo agora”

“Toma, seu chato. Espero que passe mal!”

Legendas fictícias por Rodrigo Salem

Imagens por Jeromy Roberts ©Berliner Studio/BEImages/Divulgação

Corujas, corujas… Se eu fosse você, iria até o fim do post

quinta-feira, julho 22nd, 2010

A Warner divulgou os pôsteres nacionais de A Lenda dos Guardiões, animação em 3D de Zack Snyder, diretor de Watchmen e 300.

Bico de Ferro

Digger

Eglantine

Kludd

Nyra

Soren

Twilight

Mas quero ver mesmo se alguma dessas coruja vai ser mais maluca, sinistra e bizarra que essa do vídeo abaixo:

Comédia: trailer de Predadores com comentários de Schwarzenegger

quinta-feira, julho 22nd, 2010

Que tal ver o trailer de Predadores com comentários de “Arnold Schwarzenegger”, que estrelou o primeiro Predador, há 23 anos?

O filme estreia amanhã em todo o Brasil.

E se “Guerra nas Estrelas” fosse a Guerra Civil americana?

sexta-feira, julho 16th, 2010

O famoso letreiro que abre Guerra nas Estrelas revela: “Há muito tempo, numa galáxia muito, muito distante…”

Ok, vamos deixar de lado a “galáxia distante” e nos concentrar no “há muito tempo”.

Antes mesmo da internet virar internet, os fãs de Guerra nas Estrelas faziam analogias entre Indiana Jones e Han Solo, lembrando que Han teria nascido anos antes de Indy, apesar do visual futurista-espacial. O arqueólogo seria um descendente do mercenário espacial e por aí vai.

Já o artista Greg Peltz foi mais longe. Reimaginou vários personagens da saga de George Lucas no passado dos Estados Unidos, mais precisamente na época da Guerra Civil, que dividiu os Estados Unidos em norte e sul. Steampunk total.

Olha só como ficaram:

Luke e Leia Skywalker em foto de família

Boba Fett continua malzão

O distinto C-3PO

Sir Chewbacca


E o melhor de todos: DARTH VADER!!

Não dá vontade de ter um porta-retrato só para essas artes??

Uma Copa do Mundo digna de cinema

sábado, julho 3rd, 2010

Os quatro melhores times do mundo estão escolhidos.

Holanda, Uruguai, Alemanha e Espanha.

Da sonhada semifinal “Copa América” estamos vislumbrando uma final “Eurocopa”. É a velha marra sulamericana perdendo espaço para um futebol europeu que, convenhamos, está cada vez mais sulamericano. A tática européia parece clara: mandar os técnicos antiquados, amantes de futebol pragmático, para a África e para a Ásia. É a tática de demolição colonizadora de Pizarro e Cabral, é a evangelização dos índios para que a conquista seja mais fácil. Hoje, Alemanha, Espanha e Holanda são mais africanos e sulamericanos do que Gana, Argentina e Brasil. Tocam bola, não são violentos, sabem catimbar e fazer cera.

Quem diria…

Numa comparação ainda mais insana, podemos fazer uma metáfora cinematográfica desta Copa da África do Sul. O Brasil é um filme de Oliver Stone. Tem uma equipe técnica impecável e um técnico teimoso e de teorias contraditórias e uma cabeça instável. Assim como Dunga, Stone vive de glórias do passado (Platoon), toma decisões polêmicas de trabalho (Ao Sul da Fronteira) e confia mais nos amigos do que na arte (sua volta a terreno conhecido em Wall Street 2). Stone perde a cabeça facilmente, age de forma autoritária nas filmagens e, na oportunidade de dar a volta por cima em seu projeto mais ambicioso (Alexandre), confiou demais em um ator que, todos sabiam, não daria conta do recado. Colin Farrell aprendeu a lição. Será que Felipe Melo fará o mesmo? Dunga, contudo, tem uma grande desvantagem em relação a Oliver Stone. O cineasta nunca esquece o passado, faz questão de registrá-lo (Nixon, JFK, Nascido em 4 de Julho) para que pessoas como Dunga não precisem voltar no tempo para poder ser contra a escravidão, ditadura…

Oliver Stone, ou Dunga, levou um baile da Holanda, que joga sempre como um filme de Paul Verhoeven, nascido em Amsterdã, mas de fama mundial. A Laranja sempre chega na temporada como uma das favoritas, é lembrada pelo carrossel holandês – que mudou a forma do planeta ver um jogo –, apresenta um bom futebol durante a Copa, mas nunca é campeã. Verhoeven é a mesma coisa. Revolucionou o cinema de aventura e tem clássicos do cinema pop, como RoboCop, O Vingador do Futuro e Instinto Selvagem, porém nunca foi agraciado com o Oscar. Mora no coração de todo cinéfilo, que ainda espera a repetição de um passado.

Já o duelo de Argentina e Alemanha foi como o encontro de Paul Thomas Anderson e Quentin Tarantino. Os dois diretores são chapas, mas suas obras brigam umas com as outras e sempre fica difícil escolher a melhor. Em um dia feliz, PTA pode mandar um Magnólia, que destruiria fácil um filme como À Prova de Morte. Em um dia feliz para a torcida, ela poderia testemunhar um embate entre Boogie Nights e Pulp Fiction. Seria um empate de oito gols. O que aconteceu hoje, no entanto, foi a briga de Embriagado de Amor versus Bastardos Inglórios. A Argentina vinha de um grande momento contra o México, assim como PTA vinha de sua obra-prima, Magnólia, antes de se aventurar neste drama; os hermanos traziam um técnico gente boa, genioso e genial e considerado divino, mais ou menos como os cinéfilos tratam Paul Thomas Anderson; e teve o astro mais valioso do mundo (Messi) solto para fazer o que quiser, mas que ficou preso em uma trama confusa e desequilibrada, a exemplo de Adam Sandler, que carregava nas costas o peso de ser campeão das comédias e arriscou tudo em seu primeiro papel dramático.

Os Bastardos Inglórios da Alemanha, por sua vez, seguiram um comandante obsessivo e estudioso, que não se repetiu ao escalar um elenco rico e cheio de caras novas (Christoph Waltz, Mélanie Laurent), liderado por um veterano famoso (Brad Pitt). Alguma semelhança com Özil e Thomas Müller sendo levados por Miroslav Klose pelos campos da áfrica do Sul, arrancando escalpos dos inimigos sem perdão? Como diria o Coronel Landa: “That’s a bingo!”

E a classificação do Uruguai? Existiu algum momento mais cinematográfico na Copa? Nem os dramalhões oitentistas de Hollywood imaginaram um gol salvo pelas mãos de um atacante, que é expulso e vê, de longe, o goleiro defender o pênalti no último segundo do segundo tempo da prorrogação – e garantir a vitória do Uruguai na decisão de penalidades máximas. Suárez, o homem do jogo, a nova – e ética – mão de Deus, é um herói de Michael Bay, o Bruce Willis que se sacrifica para salvar a Terra de um gigantesco meteoro em Armageddon. Mas o time tem mais a ver com um filme de Stallone. É o azarão, o boxeador que estava nas cordas e deu a volta por cima. É Rocky gritando “Adriaaaaan!!!!” e o mundo chorando junto, emocionado, enquanto Apollo, guerreiro de ébano cumprimenta o adversário, enchendo de orgulho sua nação. Gana, fica para a próxima.

O Paraguai era a Pequena Miss Sunshine da Copa, ou A Bruxa de Blair, ou Um Sonho Possível. Aquele filme barato que ninguém vê chegando e vira um sucesso de bilheteria. O problema é que a Espanha foi o Avatar do Paraguai. A seleção hiper-hypada, repleta de inovações táticas e com craques que jogam mais para o time do que para fazer nome – Sam Worthington, na época, valia tanto quanto Xabi Alonso. Alguns descrentes duvidavam da força da Espanha, assim como muita gente falava que Avatar parecia um filme de ficção científica dos anos 80 e não funcionaria.

Com o perdão do clichê: assim como no futebol, o cinema pode ser uma caixinha de surpresas.

A paródia “Distrito 11″ troca aliens por torcedores e vuvuzelas

quinta-feira, julho 1st, 2010

Você viu Distrito 9 (não? Corra…), ficção científica que concorreu ao Oscar ao mostrar aliens presos em guetos e campos de contenção na África do Sul?

O site Atom fez uma paródia do filme, trocando os alienígenas por torcedores e fanáticos por futebol.

O nome é Distrito 11.

É engraçadíssimo! Tem até as famigeradas vuvuzelas. Clique na imagem acima para assistir.