
Entre todas as espécies de mamíferos, apenas três são capazes de formar relacionamentos monogâmicos duradouros. O ser humano, felizmente, está entre elas. E uma pesquisa recente revela que o amor para a vida inteira pode, realmente, curar um coração partido, reduzindo certos fatores inflamatórios que podem retardar a recuperação. De acordo com Helen Fisher, pesquisadora na Rutgers University e autora de Porque Amamos: A Natureza e a Química do Amor Romântico, há três estágios do amor: cobiça, atração e ligação. Cada estágio é marcado por hormônios que regem o sentimento e o comportamento humano.
No estágio da cobiça, que dura de semanas a meses, homens e mulheres são regidos pelos hormônios do sexo: testosterona e estrogênio. No segundo, a atração, há três neurotransmissores principais: adrenalina, dopamina e serotonina. É quando a “cobiça” se transforma em sentimentos de romance e quando o compromisso se desenvolve. A pesquisa indica que esse estágio geralmente dura de um a três anos. Na ligação, último e mais importante estágio, dois hormônios começam a ser produzidos pela glândula pituitária: oxitocina e vasopressina. Liberado por ambos os sexos durante o orgasmo, a oxitocina aprofunda os sentimentos de ligação e proximidade, formando laços necessários para um relacionamento duradouro. O estudo mostrou que esse hormônio tem poder curativo, diminuindo o nível de estresse e reduzindo inflamações e morte celular no tecido cardíaco. Por isso, ame!

Café e desejo
Consumidores vorazes de doces têm, no organismo, um comportamento semelhante aos viciados em drogas. Isso porque o açúcar estimula a produção no cérebro de opioides, responsáveis pela adição – o desejo que nos faz procurar maiores quantidades de certa substância para nossa satisfação pessoal, gerando o vício. Mas, o café preto, orgânico, compete com o açúcar por esses mesmos opioides. Assim, o café, sem açúcar obviamente, reduz o desejo de se consumir doces.
Presente da antiguidade
Proveniente do deserto e com plantações abundantes no sul do México, a chia é a semente da sálvia hispânica e foi muito usada na antiguidade pelos povos Asteca e Maia como base de uma espécie de ração humana. Hoje, sabemos que ela é mais rica que a linhaça em ômega 3, além de conter cálcio, fósforo, magnésio, manganês, cobre, ferro, e zinco. Além dessa suplementação, a ingestão da chia forma um gel no estômago, que retarda a absorção de carboidratos, melhora a sensibilidade à insulina e ajuda a emagrecer. A semente pode ser consumida com iogurte, saladas, cereais e no lanche, trazendo muitos benefícios para sua saúde.







































