Na música, no cinema, nos quadrinhos, nas artes plásticas e na forma de se vestir. Veja como o surfe influênciou a produção artistica desde os anos 60.
31/05/2011 - 08:12
Cultura Pop: das praias para a vida das pessoas comuns
As principais referências do surfe nas mais diferentes expressões culturais
Redação Contigo
Música
A influência do surfe na música foi tão forte que acabou por criar, nos anos 60, um subgênero bastante popular até hoje, a surf music. Bandas como os
Redação Contigo
Videogame
Jogos como California Games, TransWorld Surf e Kelly Slater's Pro Surfer ajudaram a levar as emoções de dropar uma onda para a sala das casas. Desde os consoles mais antigos como Atari, Master System e Nintendo 8 bits, até os mais modernos contam com títulos que garantem a sensação de viver por alguns momentos a vida profissional de Kelly Slater, Andy Irons e Mineirinho
Redação Contigo
Sátira
No rádio, o personagem mais emblemático foi a sátira do paranaense
Redação Contigo
Documentários
Grandes documentários que capturaram a radicalidade do esporte através das lentes dos cineastas também fazem parte do acervo cultural mundial. Documentários Morning of the Earth, The Green Iguana, Momentum, Stranger Than Fiction e o clássico The Endless Summer I e II ajudam as pessoas comuns a entender o que há por trás da magia de descer uma onda
Redação Contigo
Sessão da Tarde
Não só em filmes “papo cabeça” o surfe é retratado, muitos títulos com temática infanto-juvenil utilizam o esporte como pano de fundo para contar histórias leves e descontraídas. Surf no Havai é um clássico da Sessão da Tarde, da Rede Globo. Neste filme, a expressão haule [surfista iniciante] ganhou o público e passou a fazer parte do vocabulário dos adolescentes brasileiros. O nacional Garota Dourada e os infantis Johnny Tsunami - O Surfista da Neve, Johnny Kapahala: Back on Board e Tá dando Onda também utilizaram a prancha e as ondas para prender a atenção do público. Até
Redação Contigo
TV
Novelas, seriados e comerciais de TV já fizeram, fazem e ainda farão muitas referências para o esporte das ondas. Em Top Model, Gaspar (vivido por
Redação Contigo
Artes Plásticas
Muitas esculturas colocadas em praias ao redor do mundo mostram o fascínio que o surfe gera no homem. Só para citar alguns picos que contam com monumentos em homenagem ao esporte, selecionamos as estátuas da Praia Mole (Florianópolis), a Santa Cruz Surf Statue (Califórnia), a Estatua do Surfista (no José Menino, em Santos), a Waikiki Surf Statue (Havaí), a Duke Kahanamoku Statue (Oahu), a Sculpture by the Sea em Bondi Beach (Inglaterra) e o Monumento ao Mar (em El Salvador). Muitos quadros também colocaram o esporte nas galerias de arte. Veja alguns exemplos: Plastic Wave (Kathleen Egan), Série Waves (Tom Veiga) e o trabalho do ator Taumaturgo Ferreira. Vale lembrar que na novela Top Model, ele viveu o surfista Lucas
Redação Contigo
HQ's e Livros
No auge da surf music, em 1966, Stan Lee e Jack Kirby resolveram apostar em um personagem do esporte que tanto encantava os jovens e criaram o arauto-nobre-vilão-alien Surfista Prateado. A aceitação foi tão boa que o coadjuvante de Galactus ganhou uma série só para ele, passou a integrar um grupo de super-heróis chamado de Os Defensores e suplantou o “devorador de mundos” no filme de 2007 Quarteto Fantástico e o Surfista Prateado.
Além do personagem da Marvel, o surfe aparece na série Onde está Wally?, nas tiras australianas SurfDudes e na animação da revista Waves Gonad Man.
Mas não só os quadrinhos levaram o esporte para os livros, a literatura tradicional também captura as tensões do esporte e leva para as narrativas em verso e prosa. Alguns títulos de destaque são: New Moon in G-Land, Lakey Peak, Outer Island, Wilbur Kookmeyer, Thailand de Matthew Ellks, Surfing: A History of the Ancient Hawaiian Sport, Finney, Australian Beach Cultures: The History of Sun, Sand, and Surf, A Pictorial History of Surfing, Cowabunga: The Complete Book of e The History of Surfing. Nenhum desses títulos, porém, foi traduzido pelas editoras brasileiras ou portuguesas
Redação Contigo
Fotografia
O surfe deve muito de sua popularidade para a fotografia. Talvez sem as lentes dos discípulos aquáticos de Henri Cartier-Bresson, a adoração dos mortais pelos Aerial 360º, Cavadas, Cut backs e Floaters protagonizados pelas lendas do esporte. Os maiores expoentes dessa arte são: Motaury Porto Filho, Mari Malta, Brian Bielmann, Leroy Grannis, Sean Scott e Jim Russi. No Brasil o fotografo paulistano Klaus Mitteldorf, se formou em arquitetura mas já na década de 70 gostava de fotografar campeonatos de surfe
Redação Contigo
Moda
Talvez a maior influência do surfe na cultura seja o surfwear. Nos Estados Unidos, essa moda começou a arrebanhar fieis nos anos 60, com a ajuda da surf music. Jovens olhavam os Beach Boys com camisas floridas e queriam imitá-los. No Brasil, a moda só pegou mesmo a partir de meados da década de 80, com a série Global Armação Ilimitada. Depois que Juba e Lula apareceram no Plim-Plim, bermuda verde-limão, estampas berrantes e camisas com motivos havaianos se tornaram peça indispensável no guarda-roupas dos jovens. E grifes como: Quicksilver, Rusty, DC, Billabong, Hang Loose, Hurley, Mormaii, Oakley, Quiksilver, Reef, Rip Curl, Volcom, 775, Fico, HIC, Roxy e Tropical Brasil se tornaram tão famosas quanto as estrelas do esporte. Por isso, esse mercado fatura cerca de R$ 300 milhões por ano, apenas no Brasil





























