O médico Conrad Murray, que foi condenado e preso pelo homicídio culposo (quando não há intenção de matar) de Michael Jackson, tenta reduzir a indenização de US$ 100 milhões pedido pela família do Rei do Pop. Segundo o site TMZ, os advogados de Murray querem provar que o cantor teve 50% da culpa por sua morte, causada por uma dose fatal do anestésico Propofol.

De acordo com o site, Conrad Murray teria dado entrada nos documentos na última segunda (9), tentando provar que Michael Jackson se automedicou com Propofol, teoria que ele não conseguiu sustentar durante o julgamento onde foi condenado pela morte do Rei do Pop.

O advogado de Conrad Murray, Michael Flanegan, argumenta que o montante que deve ser pago para a família de Michael Jackson precisa levar em conta a responsabilidade do próprio cantor pela morte.

Caso consiga provar sua teoria, Conrad Murray poderá reduzir a indenização de US$ 100 milhões pela metade. Michael Jackson morreu no dia 25 de junho de 2009, em Los Angeles. (BD)